dezembro 08, 2006

A Vida
















A vida é como jogar uma bola na parede :
Se for jogada uma bola azul,ela voltará azul;
Se for jogada uma bola verde,ela voltará verde;
Se a bola for jogada fraca,ela voltará fraca;
Se a bola for jogada com força,ela voltará com força.
Por isso, nunca jogue uma bola na vida de forma
que você não esteja pronto a recebê-la.
A vida não dá nem empresta;
não se comove nem se apieda.
Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir
aquilo que nós lhe oferecemos.

Albert Einsten

Albert Einstein 1879-1955 foi o físico que propôs a teoria da relatividade.

Ganhou o Prémio Nobel da Física de 1921 pela correta explicação do Efeito fotoeléctrico; no entanto, o prémio só foi anunciado em 1922.

O seu trabalho teórico sugeriu a possibilidade da criação de uma bomba atómica, apesar de ter sido contra seu desenvolvimento como arma de destruição em massa.

Após a formulação da teoria da relatividade em Junho de
1905, Einstein
tornou-se famoso mundialmente, na época algo de pouco comum
para um cientista.

Nos seus últimos anos, a sua fama excedeu a de
qualquer outro cientista na história, e na cultura popular, Einstein
tornou-se um sinónimo de alguém com uma grande inteligência e um grande genio.


Fonte: Usina das Letras


ai ai ai

dezembro 07, 2006

Maior cajueiro do mundo - R.G. do Norte

Maior cajueiro do mundo invade estrada no Rio Grande do Norte

O maior cajueiro do mundo está invadindo uma rodovia da cidade de Parnamirim (a 19 km de Natal) por estar com a poda suspensa desde 2000.

O corte do cajueiro de Pirangi foi proibido por orientação de especialistas, para que a árvore não morresse. Para trafegar pela RN-063, motoristas arrancam galhos e folhas da planta de 8.800 m², maior do que um campo de futebol.

Uma comissão formada por órgãos estaduais e pela associação que administra o cajueiro procura soluções para a invasão da árvore nas pistas, mas informou não saber como resolver o problema.

Segundo o administrador do cajueiro e presidente da Aelp (Associação dos Empresários do Litoral do Parnamirim), Mauro Nogueira, a árvore não pode ser podada. "O cajueiro possui uma anomalia genética que causou o crescimento exagerado. Se for podado, entra em estado de dormência e pode até morrer", disse.


O cajueiro de Pirangi tem 117 anos e cresce cerca de três metros por ano.


Veículos passam na RN-063, perto do cajueiro de Pirangi, o maior do mundo

O diretor do DER (Departamento de Estradas e Rodagens), Jader Torres, disse que a árvore pode vir a causar acidentes na RN-063, que liga as cidades de São José de Mipibu e Nísia Floresta.

Cajueiro de Pirangi, no Rio Grande do Norte, considerado o maior do mundoSegundo Torres, a árvore também pode alcançar casas situadas do outro lado da pista, o que pode exigir desapropriações no futuro.


Para o administrador do cajueiro, não é a árvore que está no caminho da rodovia, mas o contrário. "O cajueiro foi plantado em 1888 e a rodovia deve ter sido construída em 1955. O jeito é criar outras vias de acesso ou liberar a RN-063 apenas para veículos menores", afirmou Nogueira.

A Prefeitura de Parnamirim e órgãos ambientais estudam a viabilidade da construção de uma nova estrada na região.

O cajueiro de Pirangi é uma das principais atrações turísticas do Rio Grande do Norte.

Em 2005, 195 mil pessoas visitaram a árvore, que produz 80 mil cajus por ano.

Ao todo, 20 pessoas trabalham na manutenção do complexo, que cobra R$ 2 a entrada.

Há um projeto, orçado em R$ 4 milhões, que prevê a construção de um elevador e de um tablado suspenso para observação panorâmica da planta.

Fonte: Folha Online


Ui ui ui

dezembro 06, 2006

As Sete Novas Maravilhas do Mundo












De Machu Picchu a Timbuktu - Em busca das Sete Novas Maravilhas
do Mundo.

As Sete Maravilhas do Mundo Antigo parecem estar por aí há uma

eternidade. Não seria hora de alguns "novos" monumentos tomarem
seu lugar? O pessoal da New 7 Wonders (Novas Sete Maravilhas) acha
que sim. Eles estão percorrendo o globo à procura do melhor do melhor.

O Cristo Redentor está entre as 21 candidatas a novas 7 Maravilhas

do Mundo.

As Sete Maravilhas do Mundo Antigo


O Mausoléu de Helicarnasso
Os Jardins Suspensos da Babilônia
O Colosso de Rhodes
O Farol de Alexandria
As Pirâmides do Egito
O Templo de Ártemis
A Estátua de Zeus

As 21 candidatas a Novas Sete Maravilhas

Acrópole de AtenasAlhambra, em Granada
A Grande Muralha da China
A Torre Eiffel, em Paris
O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro
A Estátua da Liberdade, em Nova York
A Igreja de Santa Sophia, em Istambul
Machu Picchu, no Peru
O Templo de Kyomizu, no Japão
O Coliseu, em Roma
O Kremilin, em Moscou
A Cidade de Timbuktu, em Mali
A Ópera de Sydney, na Austrália
As Pirâmides do Egito
Angkor Wat, no Camboja
As ruínas de Chichen Itza, no México
O Castelo de Neuschwanstein, na Alemanha
Os Moais da Ilha de Páscoa
As Ruínas de Petra, na Jordânia
Stonehenge, na Inglaterra
O Taj Mahal, na Índia

Tradução: George El Khouri Andolfato

Click abaixo e leia a reportagem completa


http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2006/12/05/ult2682u286.jhtm

Fontes: http://images.google.com.br/images?q=Cristo+Redentor
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2006/12/05/ult2682u286.jhtm
ai ai ai

dezembro 05, 2006

Se eu fosse apenas...
















Se eu fosse apenas uma rosa,
Com que prazer me desfolhava,
Já que a vida é tão dolorosa
E não te sei dizer mais nada!
Se eu fosse apenas água ou vento,
Com que prazer me desfaria,
Como em teu próprio pensamento
Vais desfazendo a minha vida!
Perdoa-me causar-te a mágoa
Desta humana amarga demora!
De ser menos breve do que a água,
Mais durável que o vento e a rosa...


Fonte: http://www.floresamarelas.hpg.ig.com.br/cecilia.htm
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Cecília Meireles . .. ... .... ... .. . . .. ... .... ... .. . . .. ... .... ... .. .
Cecília Benevides de Carvalho Meireles nasceu em 7 de novembro de 1901,
no Rio de Janeiro. Órfã de pai e mãe desde os três anos de idade, foi criada
pela avó materna. Em 1917 formou-se na Escola Normal do Rio, dedicando-se
ao magistério primário. Estreou em livro com Espectros (1919). A partir da
década de 30, lecionou Literatura Brasileira em várias universidades.
Morreu em 9 de novembro de 1964, no Rio de Janeiro.

ai ai ai

dezembro 03, 2006

Vou me embora pra Pasargada


Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada

Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que eu nunca tive

E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d'água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada

Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar

E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
Lá sou amigo do rei
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada

Manuel Bandeira


Poesia pesquisada

Jornal da Poesia


Pasargada

Pasárgada era uma cidade da antiga Pérsia e é atualmente um sítio arqueológico na província de Fars, no Irã, situado 87 km a nordeste de Persépolis.

Foi a primeira capital da
Pérsia Aqueménida, no tempo de Ciro II da Pérsia, e coexistiu com as demais, dado que era costume persa manter várias capitais em simultâneo, em função da vastidão do seu império: Persépolis, Ecbátana, Susa ou Sardes.

A construção de Pasárgada foi iniciada por Ciro II, e foi mantida inacabada devido à morte de Ciro em batalha. Pasárgada manteve-se como capital até que
Dario iniciou a mudança para Persépolis.

O nome moderno vem do
grego, mas pode ter derivado de um outro usado no período aquemênida, Pasragada.

Fonte: Wikipedia

ui ui ui

dezembro 02, 2006

Madrigal Melancolico


O que eu adoro em ti,
Não é a tua beleza.
A beleza, é em nós que ela existe.
A beleza é um conceito.
E a beleza é triste.
Não é triste em si,
Mas pelo que há nela
de fragilidade e de incerteza.
O que eu adoro em ti,
Não é a tua inteligência.
Não é o teu espírito sutil,
Tão ágil, tão luminoso,
- Ave solta no céu matinal da montanha.
Nem a tua ciência
Do coração dos homens e das coisas.
O que eu adoro em ti,
Não é a tua graça musical,
Sucessiva e renovada a cada momento,
Graça aérea como o teu próprio pensamento,
Graça que perturba e satisfaz.
O que eu adoro em ti,
Não é a mãe que já perdi.
Não é a irmã que já perdi.
E meu pai.
O que eu adoro em tua natureza,
Não é o profundo instinto maternal
Em teu flanco aberto como uma ferida.
Nem a tua pureza.
Nem a tua impureza.
O que eu adoro em ti
- lastima-me e consola-me!
O que eu adoro em ti,
é a vida.

Manuel Bandeira

Esta poesia linda, foi nos presenteada por uma amiga muito querida.

  • Ontem dia 02 de Dezembro foi
  • O Dia Nacional do Samba.

A ONG Ação Educativa promoverá no dia nacional do samba, comemorado no 2 de dezembro, o Primeiro Encontro de Rodas de Samba de Comunidade da Cidade de São Paulo

  • São Paulo Comemora Dia do Samba

Clique aqui e saiba mais sobre o evento.

  • Assistam o video Aquarela do Brasil

  • Musica de Ary Barroso(original), uma alusao ao Rio de Janeiro, Ze Carioca, mostrando ao Pato Donald o Rio e a Sambar, feito pelo "A Walt Disney Production",maravilhoso e imperdivel.

Assista aqui

ai ai ai ui ui ui

Ai quem me dera












Ai, quem me dera terminasse a espera
Retornasse o canto simples e sem fim
E ouvindo o canto se chorasse tanto
Que do mundo o pranto se estancasse enfim
Ai, quem me dera ver morrer a fera
Ver nascer o anjo, ver brotar a flor.
Ai, quem me dera uma manhã feliz.
Ai, quem me dera uma estação de amor
Ah, se as pessoas se tornassem boas
E cantassem loas e tivessem paz
E pelas ruas se abraçassem nuas
E duas a duas fossem ser casais
Ai, quem me dera ao som de madrigais
Ver todo mundo para sempre afim
E a liberdade nunca ser demais
E não haver mais solidão ruim
Ai, quem me dera ouvir o nunca-mais
Dizer que a vida vai ser sempre assim
E, finda a espera, ouvir na primavera
Alguém chamar por mim.

Autor: Vinicius de Morais
ai ai ai