setembro 14, 2010

Estética do Cangaço
























Cangaço vira moda em livro, com prefácio de Ariano Suassuna

Com um rico acervo de imagens, o livro
"Estrelas de Couro - A Estética do Cangaço" (do historiador Frederico Pernambucano de Mello, ed. Escrituras, 258 págs., R$ 150) conta a gênese do look "cangacista" não só com o rigor histórico devido, mas também com a escrita ritmada e amaciada de quem se deixou encantar pelas jabiracas (lenços) de seda pura, pelos chapéus lindamente adornados e pelas luvas de vaqueiro bordadas à perfeição

Veja aqui galeria de imagens.

O livro tem prefácio do escritor Ariano Suassuana, para quem o cangaço "é o maior responsável pela sedução que o Sertão nordestino vem exercendo, por motivos diversos e desde o início do século 20, sobre várias gerações de escritores, sociólogos, historiadores e artistas brasileiros, de todas as regiões do País".

Leia aqui o texto completo.

 Folha

Vou compra-lo, adoro ler sobre o cangaco!! 

setembro 13, 2010

Rio Samba Restaurant - Sarasota-Fl



Sabado - 10.16.2010

Vendas antecipadas e limitadas.

2704 Stickney Point Road
Sarasota FL 34231

941-921-4916 


Imperdivel!!

Nos veremos la.


















Clique na foto para ampliar

Solidao contente












O que as mulheres fazem quando estão com elas mesmas.



Ontem eu levei uma bronca da minha prima. Como leitora regular desta coluna, ela se queixou, docemente, de que eu às vezes escrevo sobre “solidão feminina” com alguma incompreensão.

Ao ler o que eu escrevo, ela disse, as pessoas podem ter a impressão de que as mulheres sozinhas estão todas desesperadas – e não é assim. Muitas mulheres estão sozinhas e estão bem. Escolhem ficar assim, mesmo tendo alternativas. Saem com um sujeito lá e outro aqui, mas acham que nenhum deles cabe na vida delas. Nessa circunstância, decidem continuar sozinhas.

Minha prima sabe do que está falando. Ela foi casada muito tempo, tem duas filhas adoráveis, ela mesma é uma mulher muito bonita, batalhadora, independente – e mora sozinha.

Ontem, enquanto a gente tomava uma taça de vinho e comia uma tortilha ruim no centro de São Paulo, ela me lembrou de uma coisa importante sobre as mulheres: o prazer que elas têm de estar com elas mesmas.

“Eu gosto de cuidar do cabelo, passar meus cremes, sentar no sofá com a cachorra nos pés e curtir a minha casa”, disse a prima. “Não preciso de mais ninguém para me sentir feliz nessas horas”.

Faz alguns anos, eu estava perdidamente apaixonado por uma moça e, para meu desespero, ela dizia e fazia coisas semelhantes ao que conta a minha prima. Gostava de deitar na banheira, de acender velas, de ficar ouvindo música ou ler. Sozinha. E eu sentia ciúme daquela felicidade sem mim, achava que era um sintoma de falta de amor.

Hoje, olhando para trás, acho que não tinha falta de amor ali. Eu que era desesperado, inseguro, carente. Tivesse deixado a mulher em paz, com os silêncios e os sais de banho dela, e talvez tudo tivesse andado melhor do que andou.

Ontem, ao conversar com a minha prima, me voltou muito claro uma percepção que sempre me pareceu assombrosamente evidente: a riqueza da vida interior das mulheres comparada à vida interior dos homens, que é muito mais pobre.

A capacidade de estar só e de se distrair consigo mesma revela alguma densidade interior, mostra que as mulheres (mais que os homens) cultivam uma reserva de calma e uma capacidade de diálogo interno que muitos homens simplesmente desconhecem.

A maior parte dos homens parece permanentemente voltada para fora. Despeja seus conflitos interiores no mundo, alterando o que está em volta. Transforma o mundo para se distrair, para não ter de olhar para dentro, onde dói.

Talvez por essa razão a cultura masculina seja gregária, mundana, ruidosa. Realizadora, também, claro. Quantas vuvuzelas é preciso soprar para abafar o silêncio interior? Quantas catedrais para preencher o meu vazio? Quantas guerras e quantas mortes para saciar o ódio incompreensível que me consome?

A cultura feminina não é assim. Ou não era, porque o mundo, desse ponto de vista, está se tornando masculinizado. Todo mundo está fazendo barulho. Todo mundo está sublimando as dores íntimas em fanfarra externa. Homens e mulheres estão voltados para fora, tentando fervorosamente praticar a negligência pela vida interior – com apoio da publicidade.

Se todo mundo ficar em casa com os seus sentimentos, quem vai comprar todas as bugigangas, as beberagens e os serviços que o pessoal está vendendo por aí, 24 horas por dia, sete dias por semana? Tem de ser superficial e feliz. Gastando – senão a economia não anda.

Para encerrar, eu não acho que as diferenças entre homens e mulheres sejam inatas. Nós não nascemos assim. Não acredito que esteja em nossos genes. Somos ensinados a ser o que somos.

Homens saem para o mundo e o transformam, enquanto as mulheres mastigam seus sentimentos, bons e maus, e os passam adiante, na rotina da casa. Tem sido assim por gerações e só agora começa a mudar. O que virá da transformação é difícil dizer.

Mas, enquanto isso não muda, talvez seja importante não subestimar a cultura feminina. Não imaginar, por exemplo, que atrás de toda solidão há desespero. Ou que atrás de todo silêncio há tristeza ou melancolia. Pode haver escolha.

Como diz a minha prima, ficar em casa sem companhia pode ser um bom programa – desde que as pessoas gostem de si mesmas e sejam capazes de suportar os seus próprios pensamentos. Nem sempre é fácil.

Ivan Martins
É editor-executivo de ÉPOCA

Revista Epoca

Recebi por email da querida, Regina-Maravilhosa

setembro 11, 2010

Reciclagem para fechar sacos de mantimentos

Reciclagem de  tampa do frasco plástico





 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Esta é uma ótima idéia para compartilhar.
 
Bom para nós e para o meio ambiente também.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


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Coloque a parte do plástico aberto através do gargalo da garrafa que você acabou de cortar.
 
Arrume o plastico dentro do gargalo vire para baixo e ponha a tampa.
 
Melhor do que os clipes de plástico que você tem que comprar.
 
Recebi de um grupo, sem o nome do dono da ideia, se alguem souber, por favor me diga.

Parabens, Fernanda

Minha filha Fernanda, completa hoje, 33 anos.

Ula la, Fernanda, vc continua linda.
Sinto saudade de voce, pequenina em meus bracos.

Beijinhos

setembro 09, 2010

Cadinho RoCo - Oleo sobre tela

O Cadinho, colocou no seu blog Cadinho RoCo e no  Facebook
fotos dos painéis que pinta,  para apreciação.
 
Quadros são o que chamamos de painéis,  porque o chassi da tela, de 15x15cm tem altura de 3cm e isso faz com que ele fique num formato, parecendo uma caixinha com pintura na superfície e nas laterais também.
 
Razão pela qual, nos painéis é dispensado o uso de molduras



Twitter @cadinhoroco

setembro 08, 2010

Liberte-se






















Das irritações
Das desconfianças
Dos “achismos”
Das manias de perseguições
Das intolerâncias
Dos fatos inexistentes
Dos possíveis acontecimentos
Das vozes do além
Encontre uma maneira e liberte-se!!!


Estou em novo recomeco, manter a harmonia, equilibrio..., eh uma luta pessoal grande, constante e progressiva.

Busco  perseveranca...

Busco parceiros, vem comigo!!