Objeto do desejo feminino por muitos anos — as admiradoras faziam loucuras pelo moreno alto e galante da Rádio Nacional, sensação absoluta nos idos de 1950 —, Cauby escolheu casar-se com a música.
No imenso apartamento em que mora, sozinho, no luxuoso bairro de Higienópolis, troca os ternos e paetês — escolhidos a dedo num montante de aproximadamente mil figurinos — pelo pijama surradinho.
— Costumo acordar às 7h. Depois do café, durmo novamente. Acordo, almoço, e durmo à tarde. Vivo muito bem descansado.
À noite, vejo muita TV... Adoro novelas! — conta ele, desdenhando da solidão: — Não me sinto sozinho, não.
Minha vida é muito boa! Não casei, mas namorei muito.
Amei muitas mulheres, não tinha como me dedicar a uma só... Do contrário, as fãs me deixariam.
E hoje eu sou mais eu!
Leia a materia completa, maravilhosa!!

Luci, quem tem vida ativa não tem tempo de sentir solidão! Apesar dele ser caseiro, gosta de ficar em casa, faz por opção e sua vida social é bastante intensa. Fiquei sabendo que ele está lançando um tributo aos Beatles e imagino a qualidade!
ResponderExcluirBoa semana! Beijus,
Concordo plenamente com o comentário de Luma. "Quem tem vida ativa não tem tempo para sentir solidão". Caubi deve adorar os momentos em que fica só consigo mesmo.
ResponderExcluirBoa semana Luci!
Luci, vi estas imagens e como não lembrar de você? Impossível é!
ResponderExcluirFilhote de Hipopotamo de Berlim